O Mosteiro de São Martinho de Tibães, antiga Casa Mãe da Congregação Beneditina portuguesa, foi adquirido pelo Estado Português em 1986 e afecto ao Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR). Tem vindo a ser objecto de uma operação integrada de restauro, recuperação e reabilitação, co-financiada pelos Fundos Comunitários através do FEDER - Programa Operacional da Cultura (POC).

O projecto de recuperação e reabilitação do Noviciado, Ala Sul e Claustro do Refeitório, integrado na candidatura do Mosteiro de Tibães ao III Quadro Comunitário de Apoio – 1ª Fase, abrange o antigo claustro do refeitório, destruído por um grande incêndio no final do século XIX, o noviciado, o hospício e parte da ala Sul onde se inclui a livraria, a cozinha e espaços anexos e tem como objectivo, a recuperação e restauro de grande parte dos espaços para integrarem o circuito de visita do mosteiro (claustro do cemitério, cozinhas e espaços anexos); a instalação de um centro de informação de ordens monásticas e jardins históricos no piso superior da ala Sul e a reinstalação de uma comunidade religiosa no antigo noviciado, que irá gerir uma pequena hospedaria e um restaurante a instalar no antigo hospício.

Prevê-se a recuperação e reabilitação de grande parte da estrutura arquitectónica existente, que se mantêm espacialmente inalterada, a construção de um corpo novo, enterrado, sobre o claustro do refeitório, com acesso a partir do passal, a reposição da ligação entre o corredor da livraria e a ala Sul do claustro do cemitério; a construção de novos pisos, paredes divisórias e coberturas e todas as infra-estruturas necessárias ao seu funcionamento.

 

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Imagem Tibães
Projecto co-financiado
Desenvolvido por Sistemas do Futuro
Ministério da Cultura IPPAR