1077 : Primeira referência ao mosteiro de Tibães;
1110 : Outorga da Carta de Couto;
1569 : Casa Mãe da congregação Beneditina;
1628/1750 : Definição arquitectónica da estrutura actual;
1834 : Extinção das ordens religiosas;
1864 : Venda de parte do mosteiro e cerca em hasta pública;
1894 : Incêndio no Claustro do Refeitório;
1944 : Classificação como Imóvel de Interesse Público;
1986 : Compra pelo Estado da parte privada do Mosteiro de São Martinho de Tibães;
1990 : Institucionalizado organicamente como um Serviço Dependente do IPPAR.
1995 : Início da intervenção integrada de restauro recuperação e reabilitação;
1995 : Construção da nova residência paroquial, na ala nascente do Claustro do Cemitério;
1997 : Recuperação e reabilitação da Ala Norte 1ª fase;
1999 : Recuperação da Igreja e Claustro do Refeitório e recuperação de coberturas de todo o Mosteiro;
2000 : Recuperação do coristado para instalação de serviços de funcionamento do Mosteiro.